domingo, 9 de abril de 2017

PASSEAR E “A MAR” EM COIMBRA

08 de Abril de 2017
Um simples passeio com amigos, faz com que tenhamos uma infinidade de sensações, mas nada comparado com o nosso grupo os “Musketeyrus, que ao fazermos uma viagem fazemo-la de forma tranquila de modo que nos deixa boas recordações para prosseguirmos as mesmas no futuro.

O passeio de hoje teve início às 12H00 na direção de Coimbra, onde chegámos por volta das 13H00, para um almoço no Cervejaria Marisqueira “A Mar Coimbra”, na Rua Alexandre Herculano.
O restaurante tem um ambiente agradável, a comida é boa e os colaboradores são simpáticos e sempre prestável.
Começamos com as entradas: bolos de bacalhau, azeitonas, duas manteigas com sabores diferentes e paté.

Quanto às bebidas optámos por cerveja Munich Dunkel, a qual nos acompanhou até ao fim do repasto.

Quanto ao prato principal a nossa escolha caiu numa mariscada que consistiu numa miscelândia de: camarão, búzios, sapateira, ameijoas, mexilhões e lagosta.
A qualidade do marisco foi notória e o empratamento também é de assinalar.


O fim da refeição passou por mousses de chocolate, morangos e abacaxis, não esquecendo para sossegar ainda uns cafés e digestivos.
É um excelente local para se comer um bom marisco e o ambiente é muito acolhedor!

Após o almoço aproveitamos a tarde de quase verão que se fazia sentir e fomos passear até ao Penedo da Saudade, local aprazível onde pudemos por a nossa conversa em dia, sentados em pequenos bancos de pedra que ali proliferam.

Demos um passeio pelo penedo, um sítio sossegado e com uma vista bastante agradável da cidade Coimbra, tendo valido a pena também pela leitura das placas com poesias e dedicatórias de cursos à cidade.
O Penedo da Saudade, é um miradouro/parque/jardim de Coimbra onde os ex-estudantes prestam homenagem à cidade, colocando em dois espaços especiais com o nome “Sala dos Cursos” e “Sala dos Poetas”, uma pedra com um texto inscrito, assinado e identificando o ano de inicio e ano de fim desse curso.
Este parque foi construído em 1849, antigamente era um promontório rochoso, cujo nome tem origem da tradição, segundo a qual D. Pedro vinha a este local, então conhecido por Pedra dos Ventos, chorar a perda da sua saudosa Inês.

Junto à entrada do Penedo da Saudade encontra-se uma estátua do poeta e pedagogo João de Deus.
Ainda com uma temperatura bastante agradável, iniciámos regresso a Tavarede, sem antes não deixarmos de parar para um reconfortante lanche na pastelaria “Pousadinha”.
Após esta paragem gastronómica reiniciamos então o regresso a casa.

Mais uma vez um dia bem passado em alegre convívio de amizade.
Até à próxima!

quarta-feira, 29 de março de 2017

ALMOÇO DE SÁVEL

Moinho de Almoxarife
26 de Março de 2017

A Primavera veio envergonhada.
Mas apesar do tempo chuvoso os “Musketeyrus” não deixaram de cumprir o que estava previsto.
Tínhamos marcado o nosso almoço de sável para este domingo.

Como o tempo durante a manhã estava com “cara de poucos amigos” e se adivinhava uma tarde de chuva decidimos não ir de comboio até ao Moinho de Almoxarife, onde era o nosso repasto.

Assim, decidimos levar os nossos carros.

Saímos por volta das 12H45 de Tavarede, já bem integrados na hora de Verão iniciada esta madrugada.

Perto das 13H15, chegamos ao nosso destino gastronómico.

E foi no restaurante “O Pescador” que almoçámos sável frito com açorda.
Este prato de peixe é uma receita tradicional portuguesa da região do Ribatejo.
O sável é um peixe do mar, que escolhe as águas dos rios para se reproduzir.

Findo o nosso almoço encontramos no exterior o tempo de inverno que tínhamos previsto. Chuva e frio. Ainda bem que fomos de carro, evitamos assim uma grande molha se tivéssemos optado pelo meio de transporte comboio.

No regresso à Figueira passamos, entretanto, pelo Palace Hotel & SPA - Termas do Bicanho onde paramos para um café no bar deste 4 estrelas.
Como o tempo não convidava a nenhuma iniciativa exterior, passamos o resto da tarde/dia em cavaqueira, no JET7.5 Bar Restaurante.
Ali passamos a tarde a conversar e com umas bebidas para ajudar a digestão.
Mais tarde para acabarmos o dia com as barrigas mais aconchegadas saboreamos umas tostas, molhadas com umas “black beer”.

Cultivamos a amizade, compartilhamos por vezes confidências, experiências, alegrias, sucessos, fracassos, etc.


Regressamos a casa com a satisfação mútua de termos passado o dia em alegre e cordial companhia de amigos.

sábado, 25 de março de 2017

Vai chegar a hora de Verão

Em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira, os Relógios vão adiantar 60 minutos esta madrugada, dia 26, quando for uma hora passa para as duas horas.
Na Região Autónoma dos Açores, esta mudança será feita à meia-noite, passando os relógios a marcar uma hora.

Assim, amanhã por esta hora teremos perdido uma hora de sono.

Como é que isto começou?

Foi o político e inventor norte-americano Benjamin Franklin um dos percursores desta ideia e em 1784, tendo publicado um ensaio no Journal de Paris, onde sugeriu esta mudança nos relógios para aproveitar mais horas de sol no verão, o que poderia levar a uma poupança nas nossas carteiras.

Outro percursor foi William Willett, membro da Sociedade Astronómica Real do Reino Unido, que muito lutou para convencer as pessoas a seguirem esta ideia, o que conseguiu.

Mas foi só em 1916, na Alemanha, em plena Primeira Guerra Mundial, que a mudança de hora aconteceu, tendo sido uniformizada já nos anos 70.
Por isso não esquecer de acertar o relógio, porque uma hora de diferença ainda faz a diferença.

sábado, 4 de março de 2017

Passeio à Quinta das Lezírias Teatro Politeama e assistir à nova versão do “Musical Amália”


Domingo, 26 de Fevereiro de 2017

Às 07H45 saímos do Largo da Igreja de Tavarede.

Eram 10H30 quando chegámos à Companhia das Lezírias para uma visita.
Fomos recebidos por duas funcionárias na Adega da Herdade do Catapereiro, que nos serviram de guias.






Passamos por vários setores: área agrícola e pastagens bio diversas; Montado do Sobro - maior montado do mundo; Pinhal da Carrasqueira e nas “Cachopas”- gado ao ar livre, com produção extensiva biológica; Paul das Lavouras; Complexo Coudélico Desportivo de Braço de Prata; e Centro de Interpretação da Charneca.

A Companhia das Lezírias é a maior exploração agropecuária e florestal existente em Portugal, compreendendo a Lezíria de Vila Franca de Xira, a Charneca do Infantado, o Catapereiro e os Pauis (Magos, Belmonte e Lavouras). A Lezíria está compreendida entre os rios Tejo e Sorraia e é dividida pela Reta do Cabo (E.N. 10 entre Vila Franca de Xira e Porto Alto) em Lezíria Norte e Lezíria Sul. A Lezíria Norte é constituída por cerca de 1.300 hectares explorados indiretamente (rendeiros). Quanto à Lezíria Sul, ocupa perto de 5.000 hectares, dos quais cerca de 2600 ha estão arrendados e 2.200 ha são explorados diretamente pela Companhia das Lezírias, sendo quase 1900 ha para pastagens e cerca de 320 ha de arroz. O arroz cultiva-se igualmente nos Pauis de Magos, Belmonte e Lavouras, mas só este último, com uma área de 240 ha, é explorado diretamente. No total, a área destinada ao cultivo de arroz em solo da Companhia das Lezírias ronda os 1500 ha. No que diz respeito a exploração direta, a Companhia faz ainda, em Catapereiro, uma média de 250 ha de milho (sob pivot), 140 ha de vinha e 70 de olival, e 3050 ha de prados permanentes bio diversos, na Charneca. A Charneca do Infantado e os Pauis perfazem uma área de cerca de 11.500 hectares. A Companhia das Lezírias passou por várias transformações ao longo da sua existência, sendo nacionalizada em 1975 e tendo passado, em 1989, a Sociedade Anónima de capitais exclusivamente públicos. Desde 1997, a Companhia das Lezírias vem consolidando a sua situação, quer sob o ponto de vista tecnológico, quer financeiro, baseada numa filosofia de desenvolvimento sustentado.”

Como informação complementar, a partir do dia 2 de Agosto de 2013, a Companhia das Lezírias passou a gerir a Coudelaria de Alter e a Coudelaria Nacional.

Às 13H30, chegámos ao restaurante “O Lagar”, para almoçar em regime de buffet.

Às 17H00 assistimos à nova versão da peça "Amália - o Musical", de Filipe la Feria no Teatro Politeama. “Amália - o Musical” foi uma das últimas vontades de Amália Rodrigues que em 1998 manifestou o desejo de ver a sua vida num grande musical. Em 1999 o musical subiu a cena no Casino do Funchal tornando-se no maior sucesso de sempre a nível nacional e internacional do espetáculo em Portugal que, só em Paris teve cinquenta mil espectadores na sua apresentação no Zenith, percorrendo todas as capitais francesas e suíças e ultrapassando todos os recordes de audiências. “Amália - o Musical” é uma nova versão reúne os mais significativos nomes do Fado e do Teatro Português como Alexandra, Liana, Carlos Quintas, Tiago Diogo à frente de um elenco de mais de 50 fadistas, atores, bailarinos e músicos.

O final do espetáculo foi por volta das 19H30.

Fizemos um breve lanche nos bares/restaurantes junto ao Politeama. Saímos de Lisboa pelas 19H45 de regresso a Tavarede, onde chegámos pelas 22H15.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

FELIZ ANIVERSÁRIO COMPANHEIRA DE VIDA

O teu aniversário MIRITA aconteceu já no dia 17 de Fevereiro, sexta-feira.


Começou com uma fotografia tirada no talho do senhor Daniel, pelo António Flórido, que muito simpaticamente me enviou e aqui a publico.


Chegou o dia do teu aniversário no calendário,
Mas essa data está marcada no meu diário.
Poderia ter sido afinal mais um dia,
Mas a minha presença tornou-o em alegria
Tiveste aquele brilho de juventude
Aquele sorriso que gozaste em plenitude
Mas foi um dia especial, sou eu quem te diz,
Foi um dia que te deu o direito de seres feliz.
E aqui continuo sem qualquer dúvida
Para te ajudar abraçar mais este ano na tua vida.



Fazer aniversário:
É apagar a nossa vela na esperança,
dos sonhos continuarem serem os de criança;
É deixar a nossa estrela continuar a brilhar,
na esperança dela nunca se acabar;
É brincar de modo diferente
como se a idade não passasse com a gente;
É saber sorrir com a certeza
de podermos ser felizes com a incerteza;
É reconhecer os amigos que o são
pelo bem que fazem ao nosso coração;
É reconhecer que a vida que se viveu
não está esquecida e que nunca se perdeu;
É reviver aqueles nossos entes queridos
que estão ausentes mas não esquecidos;
É valorizar o nosso tempo de menino
e tornarmos a vida como nosso destino;
É sabermos que só nascemos uma vez
e percebermos que o amanhã será um talvez…

A felicidade está nos pequenos detalhes.
Vamos procurar ser felizes!

É o meu desejo para todos os dias do ano.

Feliz Aniversário!

Mas a comemoração do teu aniversário prolongou-se ainda até domingo, 19 de Fevereiro, onde estivemos a conviver num almoço, com alguns familiares que nos deram o prazer de acompanhar, na Casa das Enguias “O Grazina”.





domingo, 15 de janeiro de 2017

Passeio-Almoço de Chanfana de Javali

Moinho de Almoxarife
14 de Janeiro de 2017

Pelas 13H00 chegamos à estação da Fontela para apanharmos o comboio que nos levou até à estação de B-Lares.
O grupo: Madalena e Vitor Azenha, Isabel e Rui Monteiro, Zé Manel e Mirita, optou por fazer deste almoço, também um passeio mais ecológico e saudável pelos campos do Mondego.


Assim na direção da localidade de Moinho de Almoxarife, que pertence à freguesia de Samuel, concelho de Soure, passamos pela planície ribeirinha, uma zona húmida onde podemos apreciar uma diversidade biológica, constituída por um património natural, cultural e paisagístico único.
O passeio estava agradável mas num instante o restaurante “O Pescador” já ali estava à nossa vista e o almoço também.
A sala do restaurante já se encontrava cheia, apenas a nossa mesa se encontrava à nossa espera. Sentámo-nos. Uns aperitivos muito simples já se encontravam na mesa: azeitonas e queijo aos cubos temperados (ótimos).
Chega entretanto outra entrada: enguias fritas, acompanhadas por fatias de broa fritas e um patê especial. Estavam uma delícia, de chorar por mais.
Chegou entretanto um tacho com uma dose de caldeirada de enguias para um de nós que não aprecia pratos de carne.
Mas o melhor ainda estava para vir.
O prato culpado por nós estarmos naquele restaurante chegou finalmente: Chanfana de Javali.


Era o que faltava para um almoço excelente. Divinal.
Acabámos com as sobremesas, cafés e digestivos.
O almoço foi demorado. Saboreámos a nossa comida. Cavaqueámos num convívio salutar, cheio de amizade e descontração.
Agora só nos restava passar melhor possível o tempo pois só tínhamos comboio de regresso à Figueira da Foz às 18H00.
Saímos do restaurante e o percurso até à estação do caminho-de-ferro de B-Lares, foi feito novamente por aquela planície, que constitui um ecossistema, cheio de recursos variados como as plantas e os animais, a água, a energia, os inertes e os valores paisagísticos.

Estas zonas húmidas são constituídas por pântanos, charcos, água natural estagnada e corrente, a qual é influenciada pelas marés.
Passamos por canais formados por estas águas que albergam algumas espécies de flora e fauna. Estes são locais muito importantes para a reprodução, maternidade, crescimento e desenvolvimento grandes variedades de espécies animais.
No nosso passeio pudemos contemplar à superfície as águas daqueles canais, uma grande agitação, que não deixava a ligeira corrente dessas águas fazer o seu percurso descansado.
Curiosos parámos para ver qual o motivo para tal agitação. A nossa curiosidade passou a espanto. Toda aquela turbulência na superfície da água era causada por milhares e milhares de pequenos peixes que se amontoavam e estorvavam uns aos outros. Impressionante.
Alguns habitantes do Moinho de Almoxarife também ali se encontravam, que nos disseram que se tratava de cardumes de carpas e tainhas.
Tiramos algumas (muitas) fotografias para perpetuar este nosso encontro com a vida que por ali se reproduzia em todo o seu esplendor.
É de fato importante a conservação destes locais, atualmente considerados prioritários para as funções e valores destas zonas húmidas.
O entardecer já se notava a avançar, o frio já se começava a notar e a hora do nosso meio de transporte também já se aproximava.
Chegou a hora das selfies!

Chegamos à estação onde tivemos de esperar ainda algum tempo, que foi utilizado para convivermos um pouco a conversar e a cantar.
Cerca das 18H30, chegámos à estação onde se encontravam os nossos automóveis.
Decidimos entretanto acabar a tarde com um lanche no Snack Zé dos Leitões, em Buarcos, onde como se calcula foi na base de leitão.

A noite já decorria a algum tempo e com algum frio.
Regressamos às nossas casas, com a certeza que foi um dia bem passado.